O Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen‑AC) e a Polícia Penal do Acre (PPAC) comunicaram que, na manhã do domingo, 23, uma mulher de 60 anos foi presa em flagrante ao tentar ingressar com droga no Complexo Penal de Rio Branco. A substância, apontada como análoga à maconha, estava escondida em um pacote de bolacha destinado ao filho que cumpre pena no Pavilhão “E”.
Como ocorreu a apreensão
Segundo a nota das instituições, a ação começou durante a verificação de alimentos realizada pelos agentes no ato de visita. Um Policial Penal percebeu indícios de irregularidade em um pacote de bolacha. Ao proceder com a conferência cautelosa do conteúdo, os profissionais encontraram a substância ilícita ocultada no meio do alimento.
“A ação reforça o comprometimento da instituição em garantir a ordem dentro das Unidades Penais do Estado.”
Após a constatação do entorpecente, a mulher recebeu voz de prisão e foi encaminhada à Delegacia Central de Flagrantes (DEFLA), onde foram adotados os procedimentos legais cabíveis.
Contexto e implicações para o sistema prisional
A apreensão no Complexo Penal de Rio Branco expõe um problema recorrente nos presídios: a tentativa de entrada de drogas e outros itens proibidos por visitantes. A descoberta por meio da revista e da vigilância dos agentes evidencia a atuação rotineira dos Policiais Penais na prevenção de ações que podem comprometer a ordem interna e a segurança dos estabelecimentos.
- Local do incidente: Complexo Penal de Rio Branco, Pavilhão “E”.
- Data: domingo, 23 (conforme comunicado do Iapen‑AC e PPAC).
- Material apreendido: substância análoga à maconha escondida em pacote de bolacha.
- Procedimento: prisão em flagrante e encaminhamento à DEFLA.
O episódio também aponta para a necessidade de medidas permanentes de controle e capacitação nos procedimentos de revista e recebimento de encomendas. Além da revista física, práticas como o treinamento de equipes para identificação de ocultações e a padronização de procedimentos de conferência de alimentos e objetos recebidos por detentos são elementos citados por especialistas como essenciais para reduzir a entrada de ilícitos.
Transparência institucional e comunicação
Ao emitir a nota pública, o Iapen‑AC e a PPAC reforçaram a atuação integrada entre as forças de segurança responsáveis pelo funcionamento das unidades prisionais. A divulgação do caso cumpre função informativa para a sociedade e serve como mecanismo de prestação de contas sobre as ações adotadas no âmbito do sistema penitenciário estadual.
| Item | Descrição |
|---|---|
| Visitante | Mulher, 60 anos |
| Destino do produto | Filho detento, Pavilhão “E” do Complexo Penal de Rio Branco |
| Encaminhamento | Delegacia Central de Flagrantes (DEFLA) |
O caso será registrado na delegacia e seguirá o rito legal previsto para situações de flagrante com entorpecentes. A nota do Iapen‑AC e da PPAC não divulga, no entanto, detalhes sobre o volume da substância apreendida, se houve apreensão de outros materiais, nem informações sobre o estado de saúde dos envolvidos.
Para moradores de Rio Branco, a ocorrência serve como lembrete da presença constante de atividades de fiscalização nas proximidades dos estabelecimentos penais e da importância de procedimentos rigorosos para coibir a entrada de itens proibidos. As instituições responsáveis afirmaram que mantêm ações direcionadas à manutenção da ordem e à segurança nas unidades prisionais do estado.