Ao início da tarde desta terça-feira, um incêndio florestal deflagrou no lugar da Horta, entre as localidades de Eixo e Eirol, no concelho de Aveiro, e estava a mobilizar, pelas 15h00, 130 operacionais, apoiados por 35 meios terrestres e três meios aéreos.
Resposta e impacto imediato
O alerta para as chamas foi dado por volta das 13h30. Fonte da Proteção Civil de Aveiro afirmou que, apesar da proximidade das chamas relativamente à Autoestrada 1 (A1), «não está para já previsto» o corte dessa via. A mesma fonte não disponibilizou, contudo, informação sobre o número de frentes ativas no incêndio.
Nos últimos dias, uma vaga de incêndios na região acarretou medidas de proteção civil que incluíram a evacuação de algumas aldeias. Até ao momento não há registo de perda de primeiras habitações neste surto de fogos, segundo os relatórios divulgados, e foram contabilizados cerca de uma dezena de feridos, na sua maioria com ferimentos ligeiros.
Meios empenhados
A operação em curso integra forças de combate a incêndios de várias corporações e equipas especializadas, complementadas por apoio aéreo. A distribuição conhecida dos recursos é a seguinte:
| Tipo | Quantidade |
|---|---|
| Operacionais | 130 |
| Meios terrestres | 35 |
| Meios aéreos | 3 |
- Alerta recebido: cerca das 13h30;
- Local de origem do fogo: lugar da Horta, entre Eixo e Eirol;
- Impacto rodoviário: A1 junto à área afectada, mas sem previsão actual de corte;
- Contexto regional: incêndios recentes levaram à evacuação de povoações e a feridos ligeiros.
«Não está para já previsto» o corte da A1, indicou fonte da Proteção Civil de Aveiro.
Risco, prevenção e consequências locais
A presença de meios aéreos, em simultâneo com numerosos veículos e equipas no terreno, aponta para uma operação de combate a um fogo que exigiu resposta intensa e coordenada. Para os habitantes de Eixo, Eirol e das freguesias envolventes, a prioridade das autoridades tem sido garantir a segurança das pessoas e minimizar danos em habitações e infraestruturas.
Os fogos que têm afectado a região nos últimos dias salientam a variância do risco em período estival e a necessidade de vigilância constante por parte das populações (quanto a queimadas, resíduos ou actividades que possam originar ignições) e de preparação dos serviços de emergência. As câmaras municipais e a Proteção Civil tem vindo a reforçar alertas e procedimentos de evacuação quando necessário.
O que se sabe e o que falta apurar
Da informação disponível nesta fase não constam detalhes sobre a causa do incêndio nem sobre a extensão final da área ardida. As autoridades competentes manterão fiscalização e acompanhamento da evolução das chamas e actualizarão as informações quando possível.
À medida que a operação avança, a Proteção Civil e os serviços municipais solicitam à população que respeite eventuais condicionamentos locais, evite deslocações desnecessárias para as áreas de intervenção e siga as instruções das equipas no terreno.
Esta ocorrência reforça a natureza imprevisível dos incêndios e a importância de uma resposta articulada entre diferentes forças — bombeiros, entidades de proteção civil, forças policiais e meios aéreos — para conter rapidamente fogos que podem ameaçar pessoas, bens e infra-estruturas em Aveiro e concelhos vizinhos.