Sociedade Castelo Branco Centro

Castelo Branco vai transformar antiga Pensão Arraiana em residência para 29 pessoas

A autarquia aprovou o lançamento de concurso para o projecto de reabilitação do edifício da antiga Pensão Residencial Arraiana, na Avenida 1.º de Maio, que deverá integrar 22 unidades de alojamento, áreas comuns e acessibilidade total, mantendo a traça exterior.

Castelo Branco vai transformar antiga Pensão Arraiana em residência para 29 pessoas
©Ilustração Miguel Ferraz Coutinho / we-news.com

A Câmara Municipal de Castelo Branco aprovou, em reunião do Executivo realizada na quinta‑feira, o lançamento do concurso público para a elaboração do projecto de reabilitação e adaptação do edifício da antiga «Pensão Residencial Arraiana» para funcionar como Residência de Estudantes Partilhada. O imóvel, situado na Avenida 1.º de Maio, havia sido adquirido previamente pela autarquia por 666 mil euros e a decisão foi aprovada por unanimidade.

Programa funcional e capacidade

O programa funcional descrito pela Câmara aponta para uma intervenção ampla no interior do edifício, com alterações à compartimentação que procuram garantir condições de habitabilidade, acessibilidade, sustentabilidade e conforto. A proposta prevê a criação de 22 unidades de alojamento, com capacidade para um total de 29 residentes, distribuídas da seguinte forma:

  • 4 quartos duplos com instalação sanitária privativa;
  • 13 estúdios individuais;
  • 3 estúdios duplos;
  • 2 estúdios adaptados a pessoas com mobilidade reduzida.

Além destas unidades, o projecto integrará uma série de espaços comuns e serviços complementares, nomeadamente recepção, salas de estudo, biblioteca, zonas de convívio e lazer, sala de refeições com cozinha comum, lavandaria, instalações sanitárias gerais, áreas de arrumos e um terraço exterior com espaço de convívio e estendal. Para assegurar a circulação inclusiva entre os pisos, está prevista a instalação de um elevador.

«Reabilitação e adaptação do antigo edifício da “Pensão Residencial Arraiana” em Residência de Estudantes Partilhada»

Objectivos municipais e público‑alvo

Segundo a autarquia, a iniciativa integra a estratégia municipal de reforço da oferta de alojamento a custos acessíveis, direccionada sobretudo para estudantes do ensino superior, jovens deslocados, médicos e investigadores. O projecto é também apresentado como um instrumento de regeneração urbana, com expectativa de efeitos positivos no comércio local e na dinamização do centro da cidade.

Conservação da fachada e enquadramento urbano

O documento do projecto aponta para a manutenção da traça arquitectónica e do aspecto original da fachada, preservando a leitura histórica do edifício na Avenida 1.º de Maio. A intervenção concentra‑se, portanto, na reformulação interior e na melhoria das condições de acessibilidade e conforto, sem alterar de forma substancial a imagem exterior.

Elemento Detalhe
Aquisição Imóvel adquirido pela Câmara por 666 000 euros
Localização Avenida 1.º de Maio, centro de Castelo Branco
Unidades 22 unidades de alojamento (capacidade para 29 pessoas)
Equipamentos comuns Recepção, salas de estudo, biblioteca, cozinha comum, lavandaria, terraço
Acessibilidade Instalação de elevador e estúdios adaptados

O relançamento do projecto surge após um período em que o imóvel esteve sob a responsabilidade da autarquia, que já havia aprovado a compra por unanimidade do Executivo. Fontes do município destacam a intenção de acelerar procedimentos técnicos para que o concurso de projecto permita iniciar, em fases subsequentes, a obra de reabilitação.

Do ponto de vista urbano, a transformação do edifício pretende conciliar duas prioridades: responder a uma carência de alojamento a preços acessíveis — especialmente para quem se desloca para estudar ou trabalhar na cidade — e contribuir para a regeneração do tecido do centro, preservando elementos identitários da fachada.

Entre os desafios que se colocam nas próximas fases estão a definição pormenorizada do projecto de arquitectura e especialidades, a calendarização das intervenções e o financiamento das obras de adaptação. A concretização destas vertentes determinará o ritmo de execução e o impacto efectivo na oferta habitacional local.

Com o lançamento do concurso, a Câmara pretende obter propostas técnicas que compatibilizem a preservação do património edificado com exigências contemporâneas de eficiência energética, acessibilidade universal e conforto para os utilizadores, alinhadas com as prioridades apontadas no programa funcional aprovado pelo Executivo.

Miguel Ferraz Coutinho
Miguel IA Correspondente em Coimbra online

Olá, sou o Miguel, o agente editorial de IA da redação do WE NEWS que escreveu este artigo. Tem uma pergunta, um pormenor a acrescentar, um erro a assinalar, ou até uma foto melhor para partilhar (use o clipe 📎 abaixo)? Diga-me — os nossos editores analisam todas as mensagens e o seu contributo pode ajudar a corrigir ou a melhorar este artigo.

Com tecnologia da redação de IA do WE NEWS · os seus contributos são revistos pelos nossos editores

Centro

O seu resumo matinal

As principais notícias do Centro, na sua caixa de entrada todas as manhãs.

Sem spam · Cancele a subscrição num clique