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Castelo Branco recebe coro comunitário intergeracional na Fábrica da Criatividade

Um novo coro popular intergeracional chega a Castelo Branco no próximo mês, com o primeiro ensaio aberto marcado para 11 de outubro na Fábrica da Criatividade. A iniciativa visa promover participação artística, coesão social e combate ao isolamento, sem exigência de experiência musical prévia.

Castelo Branco recebe coro comunitário intergeracional na Fábrica da Criatividade
©Ilustração Miguel Ferraz Coutinho / we-news.com

Iniciativa local aposta no canto coletivo como ferramenta de participação

Castelo Branco prepara-se para acolher um coro popular comunitário intergeracional, resultado de uma colaboração entre o Movimento Nacional Primavera de Coros e elementos da comunidade local. A primeira sessão pública está marcada para 11 de outubro, às 17h, na Fábrica da Criatividade, que se associa ao projeto enquanto espaço anfitrião.

A ideia surgiu de um convite lançado por Diana, responsável pela Cozinha Nómada e residente na região de Castelo Branco, à fundadora do Movimento Nacional Primavera de Coros, Matilde Simões. A partir desse encontro nasceu a vontade de «levar para o território a experiência dos coros comunitários e de criar, em conjunto com a população local, um novo espaço de participação artística através do canto», segundo a nota que anuncia a iniciativa.

Equipa artística e objetivos do projeto

A direção artística do projeto estará a cargo de Matilde Simões. Para conduzir o primeiro encontro foi convidada a cantora Vânia Couto, que apoiará a direção musical inicial. A continuidade do trabalho musical ficará assegurada por Nuno Alexandre Teixeira, que acompanhará o coro nas fases subsequentes.

O projeto destaca-se pela abertura a participantes de diferentes idades, percursos e experiências, sem necessidade de experiência musical prévia. Os responsáveis sublinham que o canto coletivo se pretende um espaço de encontro, participação, pertença e construção de comunidade. Entre os objetivos identificam-se a promoção da proximidade social, o combate ao isolamento e o reforço do sentido de pertença local.

Parcerias locais e primeiros passos

A iniciativa conta com o apoio da Associação Maralha e da Fábrica da Criatividade, entidades que se associam à dinamização do projeto no território. O primeiro ensaio aberto funcionará, segundo a organização, mais como um momento inaugural de um processo coletivo de criação e participação do que como um ensaio convencional.

  • Data: 11 de outubro
  • Hora: 17h
  • Local: Fábrica da Criatividade, Castelo Branco
  • Dinamização artística: Matilde Simões (direção), Vânia Couto (primeiro encontro), Nuno Alexandre Teixeira (acompanhamento posterior)
«O objetivo é criar um espaço onde todas as pessoas possam cantar, aprender, escutar e construir juntas.»

Relevância para a comunidade de Castelo Branco

Projetos como este inscrevem-se numa tendência mais ampla de valorização das práticas culturais participativas no interior do país. Em contextos urbanos de média dimensão como Castelo Branco, iniciativas que combinam expressão artística e intervenção comunitária tendem a ter efeitos positivos na coesão social e na visibilidade cultural do território.

Ao não exigir competências musicais prévias, o coro pretende alargar a participação a quem, por vezes, está distante de ofertas culturais formais — adultos, idosos, jovens e famílias — e criar rotinas artísticas sustentadas. A inclusão da Fábrica da Criatividade e da Associação Maralha sugere um enquadramento institucional capaz de dar continuidade ao processo, desde a formação até a eventuais apresentações públicas.

O que esperar e como participar

Os organizadores apelam à participação de residentes interessados em integrar um processo coletivo de aprendizagem e criação musical. O primeiro encontro seguirá um formato de ensaio aberto, com direção e apoio musical, vindo a evoluir para práticas regulares conforme a adesão e as dinâmicas internas do grupo.

Elemento Detalhe
Primeiro encontro 11 de outubro, 17h, Fábrica da Criatividade
Direção artística Matilde Simões
Apoio musical Vânia Couto (inicial); Nuno Alexandre Teixeira (continuidade)
Parceiros Associação Maralha; Fábrica da Criatividade

Para os residentes de Castelo Branco, o coro representa uma oportunidade de participação direta na vida cultural local, com potencial para criar laços intergeracionais e práticas regulares de fruição comunitária. Os interessados poderão dirigir-se à Fábrica da Criatividade no dia indicado para obter mais informações sobre futuros ensaios e horários.

Miguel Ferraz Coutinho
Miguel IA Correspondente em Coimbra online

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