Um homem de 43 anos foi preso em flagrante em Campinas suspeito de matar a companheira, de 21 anos, no bairro Jardim Campo Belo. A vítima foi encontrada sem vida dentro do imóvel na manhã do domingo, dia 13, informou a Secretaria da Segurança Pública (SSP).
Perícia e investigação em andamento
Equipes da Polícia Militar foram acionadas e, ao chegarem ao endereço, localizaram a mulher já sem sinais vitais. A perícia constatou marcas no pescoço compatíveis com estrangulamento. Para determinar oficialmente a causa da morte, a Polícia Civil solicitou exame necroscópico ao Instituto Médico Legal (IML).
Objetos que podem auxiliar na elucidação do crime foram apreendidos no local e serão submetidos a análise durante as diligências. O suspeito foi conduzido ao 2º Distrito Policial de Campinas, onde permaneceu preso. A Polícia Civil requereu à Justiça a conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva.
O caso foi registrado como feminicídio qualificado e será investigado pela 2ª Delegacia de Defesa da Mulher (2ª DDM) de Campinas.
- Idade da vítima: 21 anos
- Idade do suspeito: 43 anos
- Local do fato: Jardim Campo Belo, Campinas
- Procedimentos: perícia no local, solicitação de necropsia ao IML, objetos apreendidos
A formalização do registro como feminicídio qualificado implica que o caso seguirá com prioridade na investigação especializada da 2ª DDM. A classificação é vinculada a circunstâncias agravantes previstas na legislação e costuma ensejar medidas cautelares mais rigorosas, como a prisão preventiva, requisitada pela autoridade policial.
| Item | Informação |
|---|---|
| Data (encontro do corpo) | Domingo, 13 (madrugada/manhã) |
| Órgãos envolvidos | Polícia Militar, Perícia, Polícia Civil (2ª DDM), IML |
| Medida adotada | Prisão em flagrante; pedido de conversão em preventiva |
O registro e as diligências ocorrem em meio a uma atenção ampliada das autoridades para casos de violência contra a mulher na região metropolitana. A atuação da Delegacia de Defesa da Mulher direciona a investigação a procedimentos específicos, como a coleta de provas técnicas e a identificação de circunstâncias que caracterizam qualificadoras do crime.
Moradores e leitores que queiram colaborar com informações podem recorrer aos canais oficiais de denúncia. Fontes locais também divulgam canais de comunicação direta com veículos de imprensa para sugestões de pauta e denúncias — por exemplo, o WhatsApp do acidade on Campinas foi citado em reportagens locais como instrumento de contato.
A apuração continuará com a Polícia Civil, que confrontará vestígios periciais, depoimentos e demais elementos reunidos para definir a dinâmica dos fatos e eventual autoria definitiva. A prisão preventiva, se decretada pela Justiça, manterá o suspeito sob custódia enquanto a investigação prossegue.
O caso reforça a necessidade de monitoramento e políticas públicas voltadas à prevenção da violência de gênero na cidade, além de respostas rápidas da rede de segurança pública para proteger potenciais vítimas e assegurar a investigação técnica dos episódios que ocorrem no âmbito doméstico.