Sociedade Funchal Madeira

«GIRO na HF»: 36 crianças exploraram a natureza e cultura da Madeira durante um mês

O campo de férias promovido pela Horários do Funchal reuniu 36 crianças entre 6 e 10 anos entre 13 de julho e 14 de agosto, com actividades desportivas, contactos com a natureza e experiências culturais.

«GIRO na HF»: 36 crianças exploraram a natureza e cultura da Madeira durante um mês
©Ilustração Ricardo Freitas Câmara / we-news.com

Terminou esta sexta-feira a mais recente edição do GIRO na HF, o campo de férias organizado pela empresa Horários do Funchal para os filhos dos seus trabalhadores. Entre 13 de julho e 14 de agosto, um total de 36 crianças, com idades compreendidas entre os 6 e os 10 anos, participou num programa pensado para combinar lazer, aprendizagem e descoberta do património natural e cultural da Madeira.

Programa e actividades

Ao longo de um mês, os participantes tiveram acesso a um conjunto diversificado de actividades que procuraram articular o contacto com o meio natural da ilha com práticas desportivas e iniciativas de cariz cultural. Segundo a organização, as propostas incluíram momentos de aventura, experiências ao ar livre e ocupações que visaram desenvolver competências sociais e motoras das crianças.

Em presença de pais e responsáveis no encerramento, o presidente da Horários do Funchal, Marco Lobato, salientou o êxito da iniciativa e o empenho da equipa que a operacionalizou, manifestando também agradecimento «às famílias e às entidades parceiras» que apoiaram o projecto.

Impacto local e objectivos

O GIRO na HF surge como resposta direta à necessidade de conciliar horários laborais com épocas de férias, ao mesmo tempo que oferece um contexto seguro e estimulante para os mais novos. A iniciativa permite, por um lado, apoiar os trabalhadores da transportadora e, por outro, proporcionar às crianças experiências que, muitas vezes, fogem à rotina urbana, privilegiando o contacto com a natureza e as tradições madeirenses.

Para as famílias, estes campos representam uma alternativa prática durante o período estival, reduzindo preocupações logísticas e financeiras associadas a outros tipos de ocupação. Para a comunidade, são uma forma de promover aprendizagens informais e valorizar recursos regionais.

  • Período: 13 de julho a 14 de agosto
  • Participantes: 36 crianças
  • Idades: 6 a 10 anos
  • Organização: Horários do Funchal

Logística e equipa

O balanço público da organização sublinha o papel da equipa técnica no sucesso do programa. Educadores e monitores foram responsáveis por planear actividades seguras e adequadas às diferentes idades, bem como por assegurar a articulação com parceiros locais que contribuíram para algumas sessões temáticas e deslocações.

Embora a informação disponível não detalhe o elenco de parceiros, a referência a apoios externos evidencia uma rede colaborativa entre a empresa e outras entidades regionais, um aspecto cada vez mais valorizado em projectos locais de maior envergadura.

Contexto regional

No arquipélago da Madeira, iniciativas desta natureza ocupam um lugar particular durante o verão, quando a oferta de actividades infantis e juvenis intensifica-se. Campos de férias organizados por empresas ou associações regionais ajudam a diversificar as respostas sociais disponíveis e a promover o envolvimento comunitário.

Para além do efeito imediato sobre as famílias dos trabalhadores da Horários do Funchal, este tipo de programas contribui para a formação de rotinas saudáveis entre os participantes, incentivando a actividade física, a curiosidade pelo território e o respeito pelo ambiente, valores que a ilha procura perpetuar.

Item Valor
Duração 1 mês (13/07 a 14/08)
Número de participantes 36 crianças
Faixa etária 6–10 anos

Perspetivas e continuidade

Com o término desta edição, a organização aponta o sucesso do projecto como factor de estímulo para repeti-lo nos anos seguintes. A continuidade dependerá, como em edições anteriores, do interesse das famílias, da capacidade logística da empresa e do envolvimento dos parceiros que possibilitam actividades complementares.

Para as crianças que passaram por este GIRO, ficam memórias de um verão preenchido e, para a comunidade, a confirmação de que pequenas iniciativas laborais podem ter um impacto social positivo quando articuladas com objectivos educativos e culturais.

Reportagem na Madeira.

Ricardo Freitas Câmara
Ricardo IA Correspondente na Madeira online

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